
:: Classificação Brasileira de Ocupações
- CBO
A Classificação Brasileira
de Ocupações - CBO, instituída por
portaria ministerial nº. 397, de 9 de outubro de
2002, tem por finalidade a identificação
das ocupações no mercado de trabalho, para
fins classificatórios junto aos registros administrativos
e domiciliares. Os efeitos de uniformização
pretendidos pela Classificação Brasileira
de Ocupações são de ordem administrativa
e não se estendem as relações de
trabalho. Já a regulamentação da
profissão, diferentemente da CBO é realizada
por meio de lei, cuja apreciação é
feita pelo Congresso Nacional, por meio de seus Deputados
e Senadores, e levada à sanção do
Presidente da República.
Hoje algumas profissões da cadeia
produtiva do turismo estão reconhecidas pela CBO,
como Agente de Viagem, Guia de Turismo, Mordomos, Comissários
de bordo, Gerente de Hotéis, etc.
Este processo independe da Regulamentação
da profissão ou do exercício profissional,
que ainda podem levar um bom tempo.
É através do CBO e do Ministério
do Trabalho e Emprego - MTE, que as profissões
são reconhecidas no mercado de trabalho brasileiro.
A categoria terá importantes conquistas, entre
elas: inserção da profissão nos índices
oficiais (IBGE, Imposto de Renda, FGTS, e outros), estudos
estatísticos específicos, consulta a média
salarial, treinamento pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador,
entre outros.
Desde a criação da CBO MTE
em 2002, no último ano, foi a primeira vez que
uma entidade procurou o ministério para dar entrada
ao pedido de inserção, que ainda passará
por uma avaliações interna e externa no
MTE.
Após levantamento através
do site (www.turismologos.org.br/cbo),
o Instituto recolheu informações de 4.416
turismólogos e estudantes de bacharelado em turismo,
a fim de traçar o perfil do Turismólogo.
Resultados da pesquisa:
• Universo quantitativo da pesquisa
4.416;
• Formação por década: de 71/80=36;
de 81/90=77; de 91/00=333; de 01/10=3.746;
• Futuros profissionais: de 2011/15=220;
• Atuam no setor 2.582 (58,5%);
• Dos que atuam 80% estão no operacional
e 20% em gestão.
• Dos que atuam 85% no setor privado e 15% no setor
público;
• Não Atuam no setor 1.833 (41,5%);
Detalhes
da pesquisa
O pedido está protocolado sob o
número 40.000.021820/201016 datato
em 05 de outubro de 2010. |